SOCIEDADE
AQUA reconhece incapacidade de fiscalizar florestas de Nampula
A Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA), em Nampula, está a enfrentar a falta de meios humanos e de transporte para fazer face aos programas de fiscalização florestal, facto que é apontado como a causa da existência de muitos operadores ilegais.
O facto foi anunciado recentemente pelo respectivo delegado, Manuel Tadeu que reconheceu que os poucos fiscais que a instituição possui em Nampula, também envolve-se em esquemas de corrupção, o que facilita a proliferação de operadores ilegais.
Sem avançar dados estatísticos de funcionários detidos por envolvimento em esquema de corrupção, Manuel Tadeu explicou que os operadores florestais aproveitam-se das fraquezas da instituição para lograr os seus intentos.
“A corrupção é um grande problema, há funcionários nossos que enveredam por estes caminhos, deixam os exploradores furtivos a cortar madeira de forma ilegal, sem licença e documento explicou”, disse Manuel Tadeu.
Manuel Tadeu diz que o sector que dirige tudo está a fazer para pôr fim a esta situação. Referiu que decorre uma campanha de fiscalização em todos pontos da província, com vista a persuadir os operadores florestais sobre a necessidade de não enveredar por este caminho. Aliás, a entrevista foi concedida depois de uma equipa do seu sector ter apreendido quantidades significativas de madeira, em vários estaleiros de venda deste produto em Nampula.
“Não temos meios para fiscalizar todas zonas todas zonas de corte de madeira e unidades de processamento, os furtivos conhecendo esta lacuna acabam usando vias alternativas, e nesta campanha que já iniciou iremos mais rigorosos na fiscalização” prometeu este responsável.
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