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Empresa chinesa demite funcionários que denunciaram abusos
Funcionários da empresa chinesa Dugongo, que constroem uma fábrica de cimentos em Nacala, acusam a empresa de demitir trabalhadores que denunciaram publicamente, através da imprensa, os abusos sofridos pelos funcionários.
Os trabalhadores relatam a falta de um contrato de trabalho e a ausência de qualquer documento que possa comprovar sua relação laborar com a empresa. De acordo com eles, não receberam equipamentos de protecção individual adequado, sendo que no momento da contratação apenas foram fornecidos capacetes e coletes reflectivo.
Os empregados que foram supostamente demitidos argumentam que os direitos essenciais dos trabalhadores estão sendo descaradamente violados, com os ajudantes de obra recebendo 200 meticais por dia, ao passo que os mestres ganham 250 meticais, quantia essa que só é paga ao final das tarefas diárias.
A saída dos funcionários foi determinada após uma actividade inspectiva por profissionais dos órgãos competentes, como os Serviços Distritais do Trabalho, Serviços Distritais de Planeamento e Infra-estrutura, e integrantes da Polícia da República de Moçambique (PRM), que tinham como meta investigar os eventos e encontrar maneiras de aprimorar a interacção entre os empregadores e os empregados.
Após longas horas de reuniões, o chefe dos Serviços Distritais do Trabalho de Nacala, Dallas Pipas, optou por não dar entrevistas à imprensa, alegando que não está autorizado a comentar sobre o assunto. Dugongo, da mesma forma, não abordou a situação. Redacção
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