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Em meio ao recenseamento eleitoral, bispos moçambicanos clamam por transparência
Em meio ao período de recenseamento eleitoral para a realização das eleições gerais, incluindo as sétimas presidenciais em Moçambique, os bispos da Igreja Católica em Moçambique reforçam a importância de o país seguir em frente na busca pela garantia da integridade e transparência dos processos democráticos.
Os bispos expressaram seu pedido em um comunicado referente ao desenrolar do recenseamento e das eleições gerais, após as constantes contestações e manifestações de desagrado em relação aos resultados das eleições em Moçambique.
“À luz do que se tem vivido nos processos passados, urge continuar a cultivar a transparência, a tolerância, o respeito, a abertura ao diferente e, sobretudo o amor à paz, à fraternidade, à verdade e ao compromisso com o bem comum de todos os moçambicanos para a garantia da integridade e transparência dos processos democráticos” apelam os bispos.
Os líderes religiosos afirmam ser fundamental que a nação mantenha a prática da honestidade e o compromisso consciente com o sistema democrático, respeitando os oponentes, a escolha popular e os resultados anunciados pelas autoridades responsáveis. Eles destacam que a realização de eleições justas e transparentes ainda é um desafio, sendo necessário um esforço contínuo e a participação de todos os envolvidos.
Na comunicação, os bispos parabenizam a nação pelo facto de que desde a implementação do sistema de multipartidarismo democrático em 1994, o país ter mantido eleições periódicas, a cada cinco anos, permitindo que a população participe activamente na selecção de seus líderes. Redacção
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