POLÍTICA
50 anos depois, Chapo diz que Moçambique já colhe os frutos da independência nacional
Meio século após a proclamação da Independência Nacional, o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, assegurou que Moçambique está a colher os frutos da liberdade conquistada a 25 de Junho de 1975, apontando avanços substanciais na vida económica, social e política do país.
Durante o seu discurso no Estádio da Independência — berço da independência moçambicana — Chapo afirmou, com tom de orgulho e reverência, que “a celebração dos 50 anos é uma festa sem igual, em que exaltamos as nossas conquistas no percurso da liberdade, soberania e construção da Nação”.
Segundo o Chefe de Estado, a independência permitiu ao povo moçambicano libertar-se da opressão colonial e erguer, com esforço próprio e apoio de países amigos, um Estado soberano com instituições nacionais em funcionamento. Chapo lembrou que Moçambique saiu de um cenário de grande exclusão social para um país com acesso universal ao ensino, saúde, energia, água, telecomunicações e participação política.
“Reduzimos o índice de analfabetismo de 93% em 1975 para 38% em 2024. A esperança média de vida subiu de 42 anos para 61 anos. Passámos de uma única universidade para mais de 60, e de 120 postos de saúde para cerca de 1.700 unidades sanitárias”, enumerou.
O Presidente valorizou ainda a expansão da democracia e a realização regular de eleições multipartidárias desde 1994, “permitindo aos moçambicanos escolherem os seus representantes num ambiente de liberdade política”.
Apesar destes avanços, Chapo reconheceu os desafios persistentes: “Precisamos continuar a combater a pobreza, a fome, a desigualdade, a corrupção e garantir mais justiça social.” Para enfrentar estes obstáculos, reiterou o compromisso do seu Governo com a consolidação da paz, o fortalecimento das instituições públicas, a promoção da independência económica e o combate ao crime organizado e à má gestão dos recursos.
“Queremos um Moçambique onde nenhum cidadão passe fome, onde haja oportunidades para os jovens e as mulheres, onde as instituições sejam fortes e livres da corrupção”, afirmou. Faizal Raimo
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