POLÍTICA
Governador de Nampula encerra o ano à mesa com a sua equipa de segurança
O Governador da Província de Nampula, Eduardo Mariamo Abdula, encerrou as actividades de 2025 com um jantar de confraternização oferecido à sua equipa de segurança, num gesto de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido na garantia da sua protecção ao longo do primeiro ano de governação.
Durante o jantar, realizado na noite de ontem (31), o governante enalteceu o empenho da Polícia da Unidade de Protecção de Altas Individualidades, destacando o compromisso demonstrado mesmo em contextos adversos e durante deslocações exigentes por vários pontos do território provincial.
Na ocasião, Eduardo Abdula reconheceu os sacrifícios enfrentados ao longo do ano, sublinhando que, apesar das dificuldades, a equipa manteve sempre uma postura profissional e disciplinada.
“Quero agradecer por toda a protecção. Vocês trabalharam incansavelmente. Viajámos muito em condições difíceis, muitas vezes sem termos onde dormir ou comer, mas nunca vi aqui homens e mulheres zangados. Sempre mostraram compromisso”, afirmou.
O Governador sublinhou que o ritmo de trabalho do Executivo continuará intenso em 2026, anunciando que logo no primeiro dia do novo ano dará início a visitas a vários distritos da província.
“Em 2026 vamos começar logo nas primeiras horas. Amanhã, dia 1, iniciarei visitas a alguns distritos, porque aceitei esta missão para trabalhar e desenvolver a nossa província”, frisou.
Eduardo Abdula classificou ainda a Polícia como “verdadeiros heróis” da província, defendendo que a ordem e a tranquilidade asseguradas pela corporação constituem condições essenciais para o desenvolvimento económico e social.
“Vocês, para mim, são os verdadeiros heróis desta província. Sem vocês não conseguimos desenvolver. Vocês trazem ordem e tranquilidade e só assim há paz”, afirmou.
No final da sua intervenção, o Governador agradeceu a paciência demonstrada pela equipa face ao seu estilo de governação, reconhecendo que, por vezes, ultrapassa protocolos formais no contacto directo com as comunidades.
“Às vezes violo o protocolo e entro em sítios onde acham que não devia entrar, mas como pai desta província há momentos em que é preciso fazê-lo”, concluiu. Assane Júnior
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