SOCIEDADE
Instituto Boa Esperança lança ao mercado 369 técnicos de saúde em Nacala
O Instituto Boa Esperança realizou, este sábado (28), no distrito de Nacala, província de Nampula, a cerimónia de graduação de 369 técnicos de saúde, dos quais 318 são mulheres e 51 homens, destacando-se uma expressiva presença feminina entre os formandos.
Os graduados concluíram cursos técnico-profissionais nas áreas de medicina geral, enfermagem geral, saúde materno-infantil (SMI) e nutrição. A cerimónia decorreu num ambiente festivo, com a presença de autoridades locais, representantes do sector da educação, familiares e amigos.
Durante o evento, o director-geral do Instituto, Alarquia Ali Saide, destacou a importância da formação técnica para o desenvolvimento económico e social do país, sublinhando que os novos profissionais estão agora aptos a contribuir de forma activa nas suas comunidades e no mercado de trabalho.
“A grande participação feminina nesta graduação é motivo de orgulho e representa um passo firme rumo à igualdade de oportunidades no acesso à educação”, afirmou.
Com esta cerimónia, o Instituto Boa Esperança eleva para 1.097 o número total de técnicos formados em 2025, distribuídos por Nampula (510), Mocuba (218) e Nacala (369). Do total, 844 são mulheres e 253 homens. “Estes números revelam não apenas a expansão da nossa capacidade formativa, mas também a crescente presença feminina nas áreas técnicas e de saúde, sendo esta uma conquista social e pedagógica de grande relevo”, acrescentou o dirigente.
Por sua vez, os graduados mostraram-se felizes pela conquista e juraram trabalhar em prol do bem-estar da população. Belita Amisse, representante dos formandos, recordou a jornada desafiante vivida ao longo do curso.
“Os nossos anos de estudo foram testes de paciência, determinação e resiliência. Hoje saímos do Instituto transformados, com sede de fazer aquilo para o qual fomos capacitados”, afirmou.
No encerramento da cerimónia, o administrador do distrito de Nacala, Morchido Daudo Momane, apelou à integridade profissional dos novos técnicos.
“Não enveredem pela linha da corrupção, porque essa tem estado a minar o processo da administração pública. Este diploma não se defende apenas com bom comportamento — defende-se com ser e estar a nível profissional. Vamos fazer monitoria, vamos fiscalizar e avaliar para saber se vocês mereceram esta formação”, declarou. Vânia Jacinto
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