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SOCIEDADE

Salas construídas pela Haiyu em Moma retiram mais de 1.200 alunos do chão

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A empresa mineradora Haiyu Mozambique  Mining, Co. Lda retirou do chão mais de 1.200 alunos das comunidades de Muripa, Natupi e Nacalela, no distrito de Moma, província de Nampula, que anteriormente estudavam ao relento e sentados no chão, passando agora a beneficiar de salas de aula adequadas e melhores condições de aprendizagem.

As novas infra-estruturas escolares foram inauguradas no dia 05 de Maio de 2026 pelo administrador do distrito de Moma, Juma Cadria, no âmbito das acções de responsabilidade social da Haiyu Mozambique Mining, Co. Lda. As obras resultam de uma parceria entre a Haiyu Mozambique Mining, Co. Lda e o Governo distrital de Moma, com o objectivo de melhorar o ambiente escolar e garantir condições dignas para o processo de ensino e aprendizagem nas comunidades abrangidas.

Na Escola Primária Samora Machel, que atende alunos das comunidades de Muripa e Natupi, estão matriculadas 580 crianças, das quais 250 são raparigas. Antes da construção das novas salas, os alunos estudavam debaixo de árvores, expostos ao sol, à chuva e à poeira, sem condições adequadas.

Com as novas infra-estruturas, os estudantes passam agora a beneficiar de salas equipadas, carteiras escolares e um ambiente mais seguro e confortável para assistir às aulas.

Já na Escola Primária de Nacalela estão matriculados 701 alunos, entre os quais 305 raparigas. Tal como em Muripa e Natupi, os estudantes enfrentavam dificuldades devido à falta de espaços apropriados para estudar, situação que levou à intervenção da empresa mineira em coordenação com as autoridades locais.

Carlos Marcelino, Director do sector da Educação em Moma.

Segundo o director do sector da Educação em Moma, Carlos Marcelino, as melhorias representam um ganho significativo para o distrito, sobretudo porque ajudam a reduzir o número de alunos que estudavam sentados no chão e em condições impróprias. “Na verdade, esta foi a maior preocupação.

Por isso, no âmbito da elaboração do plano estratégico de responsabilidade social empresarial 2022-2026, que c ulminou com a assinatura do Acordo de Desenvolvimento Local, pedimos salas de aula para retirar os alunos que estudavam em condições impróprias. Passámos de salas de aula precárias, algumas improvisadas debaixo de árvores, para salas convencionais, contribuindo de certo modo para melhorar o processo de ensino e aprendizagem”, explicou uma fonte do sector da Educação. A aluna da Escola Primária de Nacalela, Ana Lisa Selemane, de 14 anos, afirmou que as novas salas vieram melhorar significativamente as condições em que os alunos estudavam.

“Antes sentávamos no chão e ficávamos sujos. O que temos agora é agradecer esta empresa que mudou a nossa escola para melhor”, disse. Já o aluno da 4.ª classe da mesma escola, Umaro Fernando, contou que antes precisava levar um banco de casa para evitar sentar no chão, mas que agora a rotina será diferente. “Eu sentava no chão e trazia sempre um banco para não me sujar. Agora vou sentar na carteira”, afirmou

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