SOCIEDADE
Refugiados de Maratane abandonados à sua própria sorte
Os refugiados acolhidos no Centro de Refugiados de Maratane, na província de Nampula, enfrentam uma grave crise humanitária marcada pela falta de alimentos e pela redução da assistência básica. A situação resulta dos cortes de financiamento por parte dos parceiros internacionais que durante anos apoiaram aquela comunidade.
O alerta foi lançado pelo director executivo da Associação dos Refugiados em Moçambique, Ismael Luc Abraham. Segundo ele, a escassez de apoio está a agravar as dificuldades de sobrevivência e a contribuir para o aumento de problemas sociais, como furtos, prostituição e abandono escolar.
“Isso se deve ao facto de o mundo estar a viver uma crise financeira sem precedentes, uma vez que todos os que ajudavam o Centro de Refugiados cortaram o financiamento. Isso deixou os refugiados numa situação de falta de toda a assistência material”, afirmou.
Além da falta de alimentos, os refugiados continuam a enfrentar atrasos na atribuição do estatuto de refugiado e conflitos relacionados com o acesso à terra para cultivo, factores que, segundo a associação, agravam ainda mais a vulnerabilidade das famílias instaladas em Maratane.
Mais detalhes podem ser consultados na edição em PDF. Solicita através de jornalrigor@gmail.com.
-
SOCIEDADE7 meses atrásUniRovuma abre inscrições para exames de admissão 2026
-
SOCIEDADE2 anos atrásIsaura Nyusi é laureada por sua incansável ajuda aos mais necessitados e recebe título de Doutora
-
CULTURA2 anos atrásVictor Maquina faz sua estreia literária com “metamorfoses da terra”
-
DESPORTO2 anos atrásReviravolta no Campeonato Provincial de Futebol: Omhipithi FC é promovido ao segundo lugar após nova avaliação
-
OPINIÃO2 anos atrásO homem que só gostava de impala
-
POLÍTICA12 meses atrásGoverno de Nampula com nova cara: nove novos administradores e várias movimentações
-
ECONOMIA11 meses atrásGoverno elimina exclusividade na exportação de feijão bóer e impõe comercialização rural exclusiva para moçambicanos
-
OPINIÃO2 anos atrásDo viés Partidocrático à Democracia (Participativa)
