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ECONOMIA

Município de Angoche só reabre com salários pagos

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Os funcionários do Conselho Municipal da cidade de Angoche avisam que a greve geral iniciada esta quinta-feira na autarquia só vai terminar quando forem pagos todos os salários e o 13.º de 2024 e 2025, em atraso há cerca de seis meses.

Segundo os trabalhadores, enquanto o município não regularizar estes pagamentos, não haverá funcionamento normal dos serviços municipais. A paralisação, afirmam, vai continuar até que todos os valores em dívida sejam totalmente quitados.

A situação é do conhecimento do Governo do Distrito e da edilidade, mas, de acordo com os funcionários, até ao momento não houve soluções concretas nem negociação efectiva para resolver o problema.

“O protesto vai continuar enquanto não houver negociação sobre todas as nossas reivindicações. Remetemos cartas a todos os sectores públicos, mas sem sucesso”, disse Gil Daniel, funcionário do Conselho Municipal.

Saide Ali, representante dos funcionários, afirmou que a paralisação tornou-se inevitável devido ao incumprimento no pagamento dos salários.

“Já informámos tanto o Governo do Distrito como a edilidade, mas até agora não vemos valorização do problema. Enquanto não houver pagamento dos salários e do 13.º de 2024 e 2025, o Conselho Municipal não pode funcionar normalmente”, afirmou.

Até ao fecho desta edição, o Conselho Municipal de Angoche ainda não se tinha pronunciado oficialmente sobre a greve. A presidente da autarquia, Dalila Ussene, encontra-se ausente do distrito e o seu contacto telefónico manteve-se desligado. Moniro Abdala, Angoche

 

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