ECONOMIA
Após exclusão e reviravolta judicial, Álvaro Massingue eleito presidente da CTA
Depois de semanas marcadas por polémicas, disputas internas e intervenção judicial, Álvaro Massingue foi eleito presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), derrotando os dois candidatos mais alinhados à direcção cessante.
Massingue venceu com 87 votos, superando Lineu Candeeiro, que obteve 62 votos, e Maria Abdula, que somou apenas 12 votos, num universo de 161 votantes. A eleição encerra um processo conturbado, iniciado com a tentativa de exclusão da sua candidatura, posteriormente revertida por decisão do tribunal.
A vitória de Massingue representa uma quebra com a linha dominante da anterior direcção da CTA, que, segundo fontes internas, manifestava preferência pelos seus adversários.
O processo eleitoral da CTA, que mobilizou o empresariado nacional, foi inicialmente ensombrado por acusações de falta de transparência e manobras de bastidores, mas acabou por traduzir uma afirmação da autonomia das delegações provinciais e das associações empresariais, que votaram maioritariamente por mudança.
A nova direcção da CTA terá como principal desafio restabelecer a confiança interna, reforçar o papel da confederação na mediação com o Governo e relançar a agenda de reformas para um ambiente de negócios mais competitivo. Faizal Raimo
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