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PRM nega massacre em Mutuali e aponta ataque contra as Forças de Defesa e Segurança
A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Nampula, confirmou apenas cinco das 21 vítimas mortais mencionadas pelo arcebispo de Nampula. Segundo a corporação, o incidente resultou de um confronto entre os naparamas e as Forças de Defesa e Segurança.
De acordo com a porta-voz da PRM, Rosa Chaúque, um grupo não especializado de naparamas terá invadido o acampamento das FDS, munido de instrumentos contundentes, como catanas e marretas, o que levou à reacção armada por parte das forças governamentais.
“Os indivíduos fizeram-se àquele ponto munidos de instrumentos contundentes do tipo catanas, marretas, e foi possível o registo de alguma baixa no número de cinco por parte destes indivíduos, bem como alguns feridos que não podemos especificar, pois se encontram em parte incerta”, afirmou Chaúque.
A polícia deteve seis supostos membros do grupo e afirma ter pistas sobre os restantes, que se encontram em fuga. As autoridades garantem que continuam posicionadas forças no terreno com o objectivo de garantir a ordem, segurança e tranquilidade públicas.
“Queremos condenar veementemente este tipo de comportamento e apelamos à população para que não se junte a grupos que promovem a desordem e criam insegurança no seio das comunidades”, acrescentou.
A porta-voz agradeceu ainda à população pela colaboração nas denúncias e encorajou os cidadãos a reportar sempre que houver indícios de crimes, de modo a que os responsáveis por perturbar a ordem pública sejam responsabilizados judicialmente. Faizal Raimo
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