POLÍTICA
Plácido Pereira enaltece bravura das Forças Armadas e recorda luta de libertação
O Secretário de Estado da província de Nampula, Plácido Pereira, afirmou esta quinta-feira (25) que o 25 de Setembro constitui uma data de reafirmação da coragem, disciplina e patriotismo das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). Por ocasião das celebrações do 61.º aniversário do início da Luta de Libertação Nacional, o governante recordou que, tal como em 1964, quando Eduardo Mondlane deu início à insurreição armada, os militares continuam hoje a ser os principais garantes da soberania e da paz no país.
Pereira sublinhou que o Dia das FADM é, antes de tudo, uma homenagem aos heróis que, com sacrifício e determinação, colocaram em marcha a luta que conduziu à independência nacional em 1975. “Exaltamos a bravura, a tenacidade, a disciplina e a lealdade das nossas Forças Armadas, sobretudo dos jovens que, com sentido de missão, continuam a defender a Pátria em diferentes teatros de operações”, afirmou.
O Secretário de Estado destacou que os feitos históricos das FADM se mantêm vivos no presente, pois a defesa nacional continua a enfrentar novos desafios. Entre eles, apontou a luta contra o terrorismo em Cabo Delgado e a necessidade de garantir a estabilidade interna, num contexto regional e internacional cada vez mais exigente.
“Este é um dia em que homenageamos os nossos heróis do passado, mas também reforçamos a confiança no presente e no futuro das nossas Forças Armadas”, frisou Pereira, apelando ao contínuo engajamento da juventude no serviço militar e na salvaguarda da paz. Para o governante, a juventude deve olhar para os combatentes como fonte de inspiração de disciplina e patriotismo.

Além da defesa da soberania, Pereira enalteceu o papel das FADM em missões de carácter humanitário. Sublinhou a contribuição dos militares na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, no socorro às populações afectadas por desastres naturais e nos programas de reconstrução de infra-estruturas sociais e económicas em diferentes províncias.
Segundo o governante, esta dimensão humanitária revela que os militares não são apenas força de combate, mas também agentes de coesão social e de desenvolvimento. “A coragem e o patriotismo que marcaram a luta pela libertação continuam a ser demonstrados na prontidão dos nossos soldados para acudir o povo em situações de emergência e de necessidade”, acrescentou.
Pereira defendeu ainda que o exemplo das Forças Armadas deve inspirar todos os moçambicanos a engajarem-se activamente no processo de construção nacional. “Tal como os combatentes deram o seu melhor para libertar Moçambique, hoje cada cidadão deve empenhar-se na produção de bens e serviços, aproveitando as potencialidades e os recursos disponíveis para alcançar a independência económica”, reforçou. Vânia Jacinto
-
SOCIEDADE6 meses atrásUniRovuma abre inscrições para exames de admissão 2026
-
SOCIEDADE2 anos atrásIsaura Nyusi é laureada por sua incansável ajuda aos mais necessitados e recebe título de Doutora
-
CULTURA2 anos atrásVictor Maquina faz sua estreia literária com “metamorfoses da terra”
-
DESPORTO2 anos atrásReviravolta no Campeonato Provincial de Futebol: Omhipithi FC é promovido ao segundo lugar após nova avaliação
-
OPINIÃO2 anos atrásO homem que só gostava de impala
-
ECONOMIA10 meses atrásGoverno elimina exclusividade na exportação de feijão bóer e impõe comercialização rural exclusiva para moçambicanos
-
POLÍTICA11 meses atrásGoverno de Nampula com nova cara: nove novos administradores e várias movimentações
-
OPINIÃO2 anos atrásDo viés Partidocrático à Democracia (Participativa)
