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ECONOMIA

Frelimo presta solidariedade às vítimas do ataque terrorista de Memba

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A Frelimo, através do chefe da Brigada Central, Filipe Paunde, manifestou profunda solidariedade para com as famílias afectadas pelos ataques terroristas em Memba, que provocaram mortes, deslocamentos forçados e dias de pânico. O dirigente destacou que o sofrimento vivido pelas comunidades do distrito “exige união nacional e respeito absoluto pelas vidas perdidas”.

À margem de uma conferência de imprensa, inserida na preparação da 11.ª Conferência Nacional de Quadros, Paunde lamentou igualmente a tragédia registada no posto administrativo de Namaita, onde um acidente de viação provocou várias vítimas mortais. Para o dirigente, tanto os ataques em Memba como o acidente em Namaita representam “feridas profundas que tocam todos os moçambicanos”.

“Manifestamos a nossa solidariedade aos familiares e aos nossos compatriotas que perderam os seus entes queridos pela chacina feita pelos terroristas em Memba, e também àqueles que perderam a vida no posto administrativo de Namaita por conta do acidente. Independentemente das cores políticas ou da religião, o que está em causa são vidas humanas, vidas inocentes,” afirmou.

O dirigente sublinhou que a violência e a dor unificam a sociedade e exigem respostas colectivas. Defendeu que a comunicação social deve tratar o tema com responsabilidade e patriotismo, valorizando o esforço das Forças de Defesa e Segurança e evitando discursos que ampliem o medo ou desvirtuem o contexto.

Paunde destacou ainda que, apesar dos ataques, os insurgentes já não têm capacidade de ocupar vilas ou sedes distritais como fizeram no passado. “No país não temos hoje nenhuma sede ocupada por terroristas. O que fazem são pequenos ataques esporádicos, em grupos reduzidos,” garantiu.

Segundo o dirigente, as Forças de Defesa e Segurança continuam a perseguir os grupos remanescentes, impedindo a sua reorganização e expansão. Classificou o trabalho no terreno como “árduo e heróico”, lembrando que muitos jovens combatentes enfrentam condições extremas para proteger as populações.

Paunde apelou à unidade nacional, ao fortalecimento da coesão social e ao reconhecimento público do sacrifício das FDS.

“É preciso sermos patriotas. O Governo está a fazer um trabalho enorme através das Forças de Defesa e Segurança, que vivem no mato, com chuva, com frio, muitas vezes sem condições mínimas, para defender todos nós,” afirmou. José Luís

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