POLÍTICA
Fevereiro declara guerra às cobranças na maternidade do 25 de Setembro
A administradora do distrito de Nampula, Etelvina Rita Joaquim Fevereiro, declarou guerra às cobranças ilegais nas maternidades das unidades sanitárias, com particular incidência no Centro de Saúde 25 de Setembro, alertando que algumas mulheres são pressionadas a pagar entre 500 e 700 meticais para terem assistência no parto.
A posição foi manifestada durante uma visita de trabalho ao Centro de Saúde de Napipine, onde a dirigente se reuniu com membros da comunidade para abordar preocupações relacionadas com o funcionamento dos serviços de saúde, com destaque para o atendimento nas maternidades.
Segundo a administradora, a prática tem sido reportada sobretudo na Unidade Sanitária 25 de Setembro, onde algumas utentes acabam por pagar valores indevidos por receio de complicações durante o parto. “Temos esses problemas lá no 25 de Setembro. Já temos processos em andamento e até agora temos um caso. Se vocês não denunciarem, vão continuar a amarrar 500 meticais na capulana”, advertiu.
Etelvina Fevereiro sublinhou que nenhuma mulher deve pagar para dar à luz numa unidade sanitária pública, uma vez que os serviços de maternidade são gratuitos no Sistema Nacional de Saúde. A administradora acrescentou ainda que já foram instaurados processos disciplinares e judiciais contra alguns profissionais de saúde, incluindo casos de demissão e despromoção.
Mais detalhes podem ser consultados na edição em PDF. Solicita através de jornalrigor@gmail.com
-
SOCIEDADE6 meses atrásUniRovuma abre inscrições para exames de admissão 2026
-
SOCIEDADE2 anos atrásIsaura Nyusi é laureada por sua incansável ajuda aos mais necessitados e recebe título de Doutora
-
CULTURA1 ano atrásVictor Maquina faz sua estreia literária com “metamorfoses da terra”
-
DESPORTO2 anos atrásReviravolta no Campeonato Provincial de Futebol: Omhipithi FC é promovido ao segundo lugar após nova avaliação
-
OPINIÃO2 anos atrásO homem que só gostava de impala
-
ECONOMIA10 meses atrásGoverno elimina exclusividade na exportação de feijão bóer e impõe comercialização rural exclusiva para moçambicanos
-
POLÍTICA11 meses atrásGoverno de Nampula com nova cara: nove novos administradores e várias movimentações
-
OPINIÃO2 anos atrásDo viés Partidocrático à Democracia (Participativa)

Ivan Portugal
Março 4, 2026 at 6:06 pm
Essa situação é uma doença nacional, não só da cidade de Nampula.
Uma praga que precisa ser evitada