POLÍTICA
Conselho de Ministros aprova leis sobre crimes cibernéticos e extingue o BIP
O Conselho de Ministros aprovou esta terça-feira (30), na sua 33.ª Sessão Ordinária, a proposta de Lei sobre Segurança Cibernética e a proposta de Lei que estabelece o regime jurídico do Crime Cibernético, ambas a submeter à Assembleia da República. As iniciativas visam proteger sistemas de informação e infra-estruturas críticas, bem como criminalizar práticas ilícitas no espaço digital, com mecanismos de cooperação internacional.
Na mesma sessão, o Governo aprovou o Decreto que extingue o Bureau de Informação Pública (BIP), transferindo as suas competências e recursos para o Gabinete de Informação, no quadro das Medidas de Aceleração Económica, para reduzir estruturas redundantes.
Foi igualmente criada a Comissão Técnica para o Redimensionamento das Áreas de Conservação (CTRAC), aprovada a implementação do Plano de Acção Digital de Arrecadação de Receitas e apreciado o Relatório sobre as áreas mineiras de Manica, que determinou a suspensão temporária das licenças de exploração e o reforço da presença das Forças de Defesa e Segurança.
O Executivo analisou ainda informações sobre o Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL), o Fundo de Garantia Mutuária e o processo de impressão e distribuição do livro escolar do ensino primário. Redacção
-
SOCIEDADE6 meses atrásUniRovuma abre inscrições para exames de admissão 2026
-
SOCIEDADE2 anos atrásIsaura Nyusi é laureada por sua incansável ajuda aos mais necessitados e recebe título de Doutora
-
CULTURA1 ano atrásVictor Maquina faz sua estreia literária com “metamorfoses da terra”
-
DESPORTO2 anos atrásReviravolta no Campeonato Provincial de Futebol: Omhipithi FC é promovido ao segundo lugar após nova avaliação
-
OPINIÃO2 anos atrásO homem que só gostava de impala
-
ECONOMIA10 meses atrásGoverno elimina exclusividade na exportação de feijão bóer e impõe comercialização rural exclusiva para moçambicanos
-
POLÍTICA11 meses atrásGoverno de Nampula com nova cara: nove novos administradores e várias movimentações
-
OPINIÃO2 anos atrásDo viés Partidocrático à Democracia (Participativa)
