ECONOMIA
CHEC diz que chineses detidos em Angoche são de empresa fornecedora de materiais
Depois de, num primeiro momento, ter admitido que a detenção de cidadãos chineses estava a afectar o ritmo das obras do porto de Angoche, a empresa China Harbour Engineering Company (CHEC) voltou a pronunciar-se esta terça-feira, em Angoche, para rever o seu posicionamento, esclarecendo que os trabalhadores detidos não pertencem à empresa responsável pela construção da infra-estrutura.
Segundo explicou a representante da empresa, Natalina Tang, os 14 cidadãos chineses detidos pertencem a uma empresa fornecedora de materiais contratada para apoiar a obra, e não fazem parte da equipa técnica da CHEC directamente envolvida na execução do projecto.
“Aquelas pessoas não são da nossa empresa. São de uma empresa do nosso fornecedor de material. Na realidade houve atraso no fornecimento de material dessa empresa, mas neste momento estamos a procurar outro fornecedor para reduzir este impacto. As obras estão a decorrer normalmente”, esclareceu.
Apesar de garantir a continuidade das obras, a empresa reconheceu que existe atraso no fornecimento de alguns materiais, situação que tem provocado um ritmo de execução mais lento em determinados momentos da obra.
Segundo a CHEC, decorrem actualmente diligências para encontrar novos fornecedores, com o objectivo de minimizar o impacto e assegurar o avanço regular dos trabalhos de construção do porto de Angoche, considerado um projecto estratégico para o desenvolvimento económico da região.
A responsável garantiu ainda que a empresa mantém o compromisso de concluir o projecto dentro do prazo previsto, assegurando que os trabalhos continuam a decorrer no terreno.
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