POLÍTICA
Fé ocupa as ruas de Nampula em marcha pela paz e bênção da cidade
Centenas de fiéis da Igreja Pentecostes Manto Profético saíram às ruas da cidade de Nampula numa marcha de oração pela paz e bênção da urbe, numa iniciativa que mobilizou membros da congregação e simpatizantes.
Empunhando cartazes com mensagens de intercessão espiritual e apelos à libertação da cidade de “espíritos imundos e maus”, os participantes percorreram diferentes artérias sob cânticos e momentos de oração colectiva.

A actividade contou com a presença do presidente do Conselho Municipal de Nampula, Luís Giquira, que tomou parte na marcha e foi alvo de um momento simbólico de bênção, durante o qual líderes religiosos pediram sabedoria e protecção para a sua governação.
Os organizadores explicaram que a iniciativa teve como principal objectivo reforçar valores de paz, convivência harmoniosa e estabilidade social, defendendo que a transformação da cidade não depende apenas de políticas públicas, mas também da dimensão espiritual e do envolvimento activo da comunidade. Redacção
-
SOCIEDADE5 meses atrásUniRovuma abre inscrições para exames de admissão 2026
-
SOCIEDADE2 anos atrásIsaura Nyusi é laureada por sua incansável ajuda aos mais necessitados e recebe título de Doutora
-
CULTURA1 ano atrásVictor Maquina faz sua estreia literária com “metamorfoses da terra”
-
DESPORTO2 anos atrásReviravolta no Campeonato Provincial de Futebol: Omhipithi FC é promovido ao segundo lugar após nova avaliação
-
OPINIÃO2 anos atrásO homem que só gostava de impala
-
ECONOMIA9 meses atrásGoverno elimina exclusividade na exportação de feijão bóer e impõe comercialização rural exclusiva para moçambicanos
-
POLÍTICA10 meses atrásGoverno de Nampula com nova cara: nove novos administradores e várias movimentações
-
OPINIÃO2 anos atrásDo viés Partidocrático à Democracia (Participativa)

José Luzia
Fevereiro 16, 2026 at 7:29 am
Corremos o risco do bolsonarismo brasileiro ou do trumpismo americano!
Acho muito lamentável que Giquira se deixe utilizar na propaganda desses grupos carecidos de imagem pública e que aproveitam práticas obscurantistas religiosas.
Que pena!