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CULTURA

Grupo teatral “Os Frescos”, de Nampula, denuncia uniões prematuras no Festival

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No grande palco do XII Festival Nacional da Cultura, em Tete, o grupo teatral “Os Frescos”, de Nampula, apresentou uma encenação que mistura arte, tradição e compromisso social. Pela primeira vez no certame, os jovens actores encantaram o público ao levar à cena uma reflexão sobre uniões prematuras, um tema sensível trabalhado com criatividade, emoção e sentido de pertença cultural.

A encenadora e humorista Luísa Abudo descreveu a experiência como um marco artístico e pessoal. “Foi a primeira vez que subimos ao palco do festival e senti-me abraçada pelo público. Gostei muito, foi perfeito, e isso dá-me força para continuar. É um orgulho representar a nossa cultura aqui”, afirmou.

Já o humorista e encenador Manuel Miguel destacou que a peça não é apenas uma representação teatral, mas também uma forma de intervenção cultural. “O teatro é memória e unidade. A nossa apresentação trouxe a mensagem de que as uniões prematuras fragilizam a juventude e de que precisamos pensar no futuro colectivo. Esta foi a nossa primeira oportunidade no festival e queremos continuar esta caminhada”, sublinhou.

Com simplicidade e talento, “Os Frescos” mostraram que o teatro é um espaço de encontro entre estética e consciência social, onde cada gesto, palavra e aplauso se transformam em lições de vida.

Entre aplausos vibrantes, o grupo deixou o palco com a certeza de que a sua arte tem força para unir gerações e provocar mudanças. A estreia dos jovens frescos revelou-se uma das apresentações mais simbólicas do festival. Vanésio Valder,  Tete

 

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