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SOCIEDADE

Após anos de degradação, estrada Rua das Flores–Matadouro melhora em Nampula

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Munícipes elogiam obras e apontam melhorias na circulação

Munícipes do bairro de Matadouro, na cidade de Nampula, manifestam satisfação com as obras de manutenção em curso na estrada que liga a Rua das Flores ao Mercado do Matadouro, destacando melhorias na circulação e redução de dificuldades, sobretudo durante a época chuvosa.

O Conselho Municipal de Nampula está a realizar trabalhos de recarga de solos e manutenção rotineira ao longo do troço, com o objectivo de melhorar as condições de transitabilidade e reforçar a segurança rodoviária.

As intervenções incluem operações de terraplanagem, nivelamento e compactação do solo, visando corrigir irregularidades, eliminar buracos e garantir maior durabilidade da via, particularmente num período em que as chuvas tendem a acelerar a degradação das estradas.

Os residentes afirmam que a intervenção responde a uma preocupação antiga, uma vez que a estrada se encontrava em estado crítico, dificultando o acesso de pessoas e viaturas, sobretudo em dias de chuva.

Feliciano Jeremias, um dos munícipes entrevistados pela nossa equipa, considera que a reabilitação representa um alívio para a população e apelou à continuidade das obras.

“Essa estrada está a ser arranjada. Agradecemos ao Governo e pedimos que avance com esta iniciativa até ao Matadouro. A estrada estava péssima, agora agradecemos muito”, disse.

Na mesma linha, Rafael Fellipe afirmou que, antes das obras, a transitabilidade era quase impossível em dias chuvosos, devido ao acúmulo de água.

“O trabalho é bom. Eu estou a gostar muito desta estrada. Aqui, quando chove, não se passa, porque a água tem sido muita, mas assim estamos a gostar desse trabalho”, afirmou.

Por sua vez, Jacinta Alberto Jamal destacou as melhorias no acesso de viaturas, lembrando que anteriormente muitos carros não conseguiam circular na via devido ao estado degradado da estrada.

“Antes parecia que a estrada estava fora da cidade, estava cheia de covas. Os carros não passavam aqui, ficavam no alcatrão, mas agora já estão a chegar”, explicou.

 

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