SOCIEDADE
Joaquim Pachoneia denuncia plano para o seu assassinato
O activista social Joaquim Pachoneia, membro da Associação Mentes Resilientes em Nampula, afirma haver um plano macabro para tirar a sua vida devido ao activismo intenso que tem desenvolvido nos últimos anos.
Em entrevista exclusiva ao Rigor, Joaquim Pachoneia, também conhecido como Jota, afirma não ter dúvidas de que o plano tem motivações políticas e acusa a FRELIMO de estar envolvida.
Segundo Jota Pachoneia, há cerca de quatro dias, soube que um grupo de homens, liderado por um suposto administrador de distrito e coadjuvado por uma figura feminina, teria chegado à cidade de Nampula, mais especificamente ao bairro de Namicopo, com o objectivo de executá-lo. No entanto, o plano falhou, pois Pachoneia não reside naquela área.
“A minha vida já está entregue ao sistema. E vocês não devem se admirar, se um dia ouvirem que Pachoneia já está morto, porque isso vai acontecer, eu tenho a certeza. Não vou morrer por Deus, vou morrer por pessoas más. Há muita gente que não quer ouvir a verdade. Alguns dos nossos dirigentes não gostam de ouvir a verdade. Estamos a ter jornalistas a serem silenciados, activistas sociais a serem silenciados, membros da oposição a morrerem como ratos. É um leque de coisas”, afirmou, negando revelar a identidade dos supostos perseguidores. Vânia jacinto
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