SOCIEDADE
Reitor da UniRovuma defende leitura crítica da história para pensar Moçambique
O reitor da Universidade Rovuma, Mário Jorge Caetano Brito dos Santos, defendeu a necessidade de reforçar o pensamento crítico nas universidades moçambicanas, sublinhando que a leitura da história deve servir como base para compreender os desafios actuais e projectar o futuro do país.
A posição foi expressa durante a apresentação da obra “Moçambique, Meu País: O que vi, vivi e senti”, de Tomaz Salomão, realizada no Centro Cultural da Universidade Rovuma, na cidade de Nampula.
Na sua intervenção, o dirigente académico afirmou que o momento ultrapassa a simples apresentação de um livro, constituindo-se como um verdadeiro exercício de cidadania intelectual.
“Estamos perante um exercício de cidadania intelectual. Esta obra não se limita a narrar factos, mas interpela consciências, revisita memórias e convoca o pensamento crítico sobre um período marcante da história de Moçambique”, afirmou.
Segundo o reitor, obras desta natureza desempenham um papel fundamental na formação das novas gerações, ao incentivar o debate e a reflexão sobre os acontecimentos que moldaram o país.
“Esperamos que este livro encontre eco no meio académico moçambicano, que estimule uma leitura colectiva, promova debates necessários e inspire novas gerações a pensar Moçambique com profundidade, responsabilidade e sentido crítico”, acrescentou.
Na mesma ocasião, Mário Jorge Caetano Brito dos Santos destacou ainda o papel das universidades como espaços de produção científica e de construção da identidade colectiva, defendendo uma maior valorização da memória histórica no ensino superior.
A apresentação da obra reuniu docentes, estudantes e convidados, num momento marcado pela reflexão sobre o passado e pelo apelo à construção de um pensamento crítico orientado para o desenvolvimento nacional.
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