ECONOMIA

Sobre o controlo do financiamento das ONG: Economista moçambicano alerta para riscos significativos que podem comprometer a eficiência das organizações

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O economista moçambicano, Jorge Serrão João Conhaque, alerta que a ideia de centralização do financiamento das Organizações Não Governamentais (ONG) pode apresentar riscos significativos, que podem comprometer a eficiência e a independência dessas organizações.

Os riscos apontados pelo economista incluem o risco de burocratização excessiva e a possível redução da autonomia das ONGs.

“Embora a ideia de centralização do financiamento das ONGs possa trazer vantagens, especialmente no que diz respeito à transparência e à redução de custos administrativos, ela também apresenta riscos significativos que podem comprometer a eficiência e a independência dessas organizações”, disse o economista.

Ele acrescentou: “Há vários riscos que esta medida pode acarretar, nomeadamente: o risco de burocratização excessiva. Na minha opinião, a centralização do financiamento pode resultar em uma estrutura governamental altamente burocrática, o que pode comprometer a rapidez na alocação dos recursos e criar um ambiente menos dinâmico para as ONGs actuarem de forma independente e eficiente”. Vânia Jacinto

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