POLÍTICA

Nampula quer Forças de Defesa mais profissionais e livres de interferência política

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Participantes do Diálogo Nacional Inclusivo, reunidos em Nampula, defenderam a necessidade de reformar as Forças de Defesa e Segurança, com enfoque na profissionalização, modernização e eliminação de interferências partidárias, durante uma mesa redonda sobre a política de Defesa e Segurança.

Representantes de diferentes formações políticas convergiram na necessidade de fortalecer as instituições, garantindo maior eficiência, neutralidade e capacidade de resposta aos desafios actuais. O representante da RENAMO, Paulo Niposso, defendeu a despolitização das forças, denunciando interferências na sua actuação e apelando ao reforço da ética profissional.

Por sua vez, o representante do MDM, José Soares, considerou que o país ainda não dispõe de uma defesa nacional plenamente estruturada, defendendo maior investimento, reactivação de estruturas militares e reforço da presença das forças em todo o território, sob risco de agravamento da insegurança.

No final da sessão, a Comissão Técnica Organizadora do Diálogo (COTE) apresentou o resumo das principais contribuições, destacando a necessidade de modernização do sector, incluindo a introdução de tecnologias como drones, e sublinhando que a segurança é um pilar essencial para o desenvolvimento económico. As propostas serão sistematizadas a nível nacional para apoiar a reforma da política de Defesa e Segurança.

Mais detalhes podem ser consultados na edição em PDF. Solicita através de jornalrigor@gmail.com

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