ECONOMIA
PRM nega detenções ilegais e defende actuação policial
A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Nampula, rejeitou alegações de detenções ilegais e garantiu que as suas operações seguem rigorosamente a legislação em vigor. A reacção surge no contexto do debate público gerado pelas decisões judiciais relacionadas ao caso do homicídio de um superagente de carteiras móveis, que acabou por motivar esclarecimentos da corporação.
Sem aceitar gravar entrevista ao Jornal Rigor, a porta-voz da PRM, Rosa Chauque, afirmou que a polícia actua sempre com base em provas, indícios e suspeitas fundamentadas, assegurando que nunca recebeu qualquer ofício do Tribunal ou do Ministério Público a apontar irregularidades nos procedimentos adoptados.
Para ler a matéria completa, consulte a edição 476 (10/02/2026).
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