POLÍTICA
Presidente Chapo enaltece papel histórico dos Caminhos-de-Ferro de Moçambique nos 130 anos da empresa
O Presidente da República, Daniel Chapo, prestou homenagem nesta terça-feira (08), em Maputo, ao legado dos Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM), por ocasião da celebração dos 130 anos da empresa pública. Na sua intervenção na Estação Central dos CFM, o Chefe do Estado destacou o papel fundamental que os caminhos-de-ferro desempenharam na construção da unidade nacional, na integração regional e no desenvolvimento económico e social do país.
Recordando a inauguração da linha ferroviária entre Lourenço Marques e o Transvaal, em 1895, Chapo sublinhou que o comboio trouxe consigo “as promessas de modernidade e transformação”, representando um marco que os moçambicanos souberam transformar de um projecto colonial num pilar da afirmação nacional. Para o Presidente, os CFM tornaram-se um poderoso instrumento de coesão territorial e de criação de cidadania.
Daniel Chapo realçou que os trilhos dos CFM ligam Moçambique aos países vizinhos — como a África do Sul, Zimbabwe, Malawi, Zâmbia e Eswatini — e que muitas cidades e vilas moçambicanas nasceram ou se desenvolveram graças à presença das estações ferroviárias, que trouxeram água, luz, escolas e progresso. Lembrou ainda que o Estádio Nacional da Independência (antigo Estádio da Machava) foi construído pelos CFM, reforçando a ligação entre o transporte ferroviário e a história da nação.
A cerimónia foi também um momento para reconhecer o papel dos CFM na promoção da mobilidade e do comércio interno e externo, com impacto directo na melhoria da vida das populações e na dinamização da economia. O Presidente afirmou que os CFM são uma parte viva da memória colectiva e da identidade moçambicana, cuja importância transcende o sector dos transportes.
Encerrando o seu discurso, Daniel Chapo descreveu os CFM como o “comboio da vida” e símbolo da própria revolução moçambicana, exaltando a resiliência do povo diante das adversidades. Enviou uma mensagem de confiança no futuro, sublinhando que Moçambique resiste e progride, movido pela vontade de viver de um povo que não desiste dos seus sonhos. Redacção
-
SOCIEDADE3 meses atrásUniRovuma abre inscrições para exames de admissão 2026
-
CULTURA1 ano atrásVictor Maquina faz sua estreia literária com “metamorfoses da terra”
-
SOCIEDADE1 ano atrásIsaura Nyusi é laureada por sua incansável ajuda aos mais necessitados e recebe título de Doutora
-
DESPORTO1 ano atrásReviravolta no Campeonato Provincial de Futebol: Omhipithi FC é promovido ao segundo lugar após nova avaliação
-
OPINIÃO1 ano atrásO homem que só gostava de impala
-
ECONOMIA7 meses atrásGoverno elimina exclusividade na exportação de feijão bóer e impõe comercialização rural exclusiva para moçambicanos
-
OPINIÃO2 anos atrásDo viés Partidocrático à Democracia (Participativa)
-
ECONOMIA2 meses atrásVazamento de provas leva ao cancelamento imediato dos exames da 9.ª classe
