ECONOMIA
Município de Nacala diz que funcionários detidos tentaram invadir instalações à meia-noite
O Conselho Municipal de Nacala afirmou que os 13 funcionários detidos na madrugada de 2 de Março não estavam a exercer o direito à greve, mas sim a tentar invadir e vandalizar instalações municipais.
A posição foi apresentada em conferência de imprensa pela vereadora dos Assuntos Constitucionais e Religiosos, Fátima Canli, que esclareceu que a edilidade reconhece a greve como um direito constitucional, desde que cumpridos os procedimentos legais, incluindo a comunicação prévia do período e horário da paralisação.
Segundo a responsável, por volta das 23 horas, um grupo de cerca de 20 indivíduos, munidos de objectos contundentes, dirigiu-se às oficinas municipais com a alegada intenção de bloquear os acessos e forçar a paralisação das actividades.
De acordo com a versão municipal, os indivíduos terão ameaçado funcionários que se encontravam em serviço e tentado arrombar o portão principal. Não tendo conseguido entrar, deslocaram-se ao edifício dos Recursos Humanos, ao gabinete jurídico e à secretaria-geral, onde, conforme a edilidade, pretendiam vandalizar infra-estruturas.
Para o município, tais actos não configuram exercício legítimo do direito à greve, mas sim práticas ilícitas que colocam em risco a integridade das pessoas e a preservação do património público.
Perante a situação, as autoridades policiais foram accionadas, culminando com a detenção dos envolvidos, que permanecem sob custódia para efeitos de responsabilização criminal.
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José Luzia
Março 3, 2026 at 9:37 am
Se assim foi, os trabalhadores têm que aprender a lutar sem violência…
Mas como ainda estarão a recordar as lições do comdte geral da PRM Bernardino Rafael pensam que tudo se resolve com porrada.
É pena que se tenha feito sementeira de tanta violência!