ECONOMIA
Há desafios na implementação da fortificação alimentar em Nampula
A implementação da fortificação alimentar em Nampula continua a enfrentar obstáculos, devido ao incumprimento das normas por parte de algumas moageiras e salinas, que produzem farinha de milho não fortificada e sal sem iodização.
A situação é agravada pelas limitações da Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE), que enfrenta dificuldades para fiscalizar por falta de meios.
O cenário foi discutido num encontro entre o Governo e parceiros que actuam na área da nutrição, com o objectivo de avaliar as actividades realizadas em 2025 e planificar as acções para 2026. Na ocasião, foi recordado que a taxa de desnutrição crónica na província ronda os 46%.
A secretária-adjunta do SETSAN, Carla Musse, defendeu o reforço da fiscalização para garantir o cumprimento da legislação, enquanto Rafael Sucula, director da Global Alliance for Improved Nutrition (GAIN), apelou ao controlo rigoroso da qualidade e conformidade dos produtos fortificados no mercado.
As autoridades defendem maior coordenação entre Governo, indústria e parceiros para assegurar que alimentos devidamente fortificados cheguem de forma contínua à população e contribuam para a redução da desnutrição.
Mais detalhes podem ser consultados na edição em PDF. Solicita através de jornalrigor@gmail.com
-
SOCIEDADE4 meses atrásUniRovuma abre inscrições para exames de admissão 2026
-
CULTURA1 ano atrásVictor Maquina faz sua estreia literária com “metamorfoses da terra”
-
SOCIEDADE2 anos atrásIsaura Nyusi é laureada por sua incansável ajuda aos mais necessitados e recebe título de Doutora
-
DESPORTO1 ano atrásReviravolta no Campeonato Provincial de Futebol: Omhipithi FC é promovido ao segundo lugar após nova avaliação
-
OPINIÃO2 anos atrásO homem que só gostava de impala
-
ECONOMIA8 meses atrásGoverno elimina exclusividade na exportação de feijão bóer e impõe comercialização rural exclusiva para moçambicanos
-
POLÍTICA9 meses atrásGoverno de Nampula com nova cara: nove novos administradores e várias movimentações
-
OPINIÃO2 anos atrásDo viés Partidocrático à Democracia (Participativa)
