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POLÍTICA

FRELIMO apela moçambicanos a produzirem comida para reduzir importações

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A FRELIMO apelou aos moçambicanos para aumentarem a produção de alimentos como forma de reduzir a dependência do país das importações e minimizar os impactos da actual crise económica e da subida dos preços dos combustíveis.

O apelo foi feito esta quinta-feira (07), em Nampula, pelo membro da Comissão Política e chefe da Brigada Central que assiste a província,  Filipe Paúnde, durante um encontro com órgãos de comunicação social destinado à divulgação das decisões da quinta sessão ordinária do Comité Central do partido.

Segundo Paúnde, uma das principais preocupações discutidas durante a sessão do Comité Central foi a insuficiência da produção alimentar no país, situação que obriga o Governo a gastar elevados recursos financeiros na importação de arroz e outros produtos básicos.

“Uma das grandes recomendações é que toda a população deve produzir comida. Se todos os moçambicanos tiverem comida, o Governo vai deixar de importar tanta comida como tem estado a importar”, afirmou.

O dirigente da FRELIMO defendeu que o aumento da produção local poderá permitir ao Estado canalizar recursos para outras áreas prioritárias, como medicamentos e serviços sociais.

Paúnde incentivou ainda as famílias a retomarem práticas de agricultura doméstica e criação de animais nos quintais, argumentando que muitos hábitos de auto-sustento foram abandonados ao longo do tempo.

“Antigamente víamos couves, tomates e galinhas nos quintais. Hoje quase tudo é comprado. Temos de recuperar essa cultura de produção”, disse.

O responsável considerou igualmente que a produção familiar pode ajudar as famílias a enfrentar o aumento do custo de vida provocado pela conjuntura internacional e pelos reajustamentos nos preços dos combustíveis.

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