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ECONOMIA

Ex-agente da UIR detido em Nampula por suspeita de envolvimento em assaltos

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Um ex-agente da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) foi detido pela Polícia da República de Moçambique (PRM), em Nampula, acusado de envolvimento em vários casos de assalto registados na cidade de Nampula e no distrito de Nacala Porto.

Segundo a PRM, o indivíduo está afastado da corporação há cerca de três anos, período em que deixou de se apresentar na sua subunidade, tendo sido declarado desertor.

A porta-voz da PRM em Nampula, Rosanilsa Chauque, explicou que as investigações permitiram ligar o suspeito a diferentes casos criminais.

“Temos detido um cidadão que se dedicava a práticas de assaltos no distrito de Nacala Porto e na cidade de Nampula. Este foi nosso membro, mas foi declarado desertor por não se apresentar na sua subunidade há cerca de três anos. As diligências permitiram comprovar o seu envolvimento em vários casos criminais e, neste momento, encontra-se sob nossa custódia”, disse.

O ex-agente, por sua vez, nega o envolvimento em assaltos e afirma que a sua ausência da corporação esteve relacionada com problemas de saúde. Segundo a sua versão, o caso que o levou à detenção está ligado a um episódio ocorrido no ano passado, envolvendo a detenção de um suspeito de roubo.
“Estou aqui por causa de um assunto que aconteceu quase no ano passado. Fui chamado para procurar um arguido que tinha roubado uma vizinha. Levei o arguido à esquadra, mas depois disseram que eu recebi dinheiro. Eu não lidero nenhuma quadrilha. Estou na UIR desde 2020. Não abandonei a corporação, estive doente e fiquei em casa”, afirmou.

No mesmo âmbito, a PRM anunciou a detenção de mais 19 indivíduos, acusados de roubos na via pública e em residências, nos bairros sob jurisdição da 1.ª, 3.ª, 5.ª e 8.ª esquadras da cidade de Nampula.

De acordo com a Polícia, os suspeitos utilizavam instrumentos para arrombar casas e subtrair bens, com destaque para motorizadas e telemóveis.

“Os 19 indivíduos são acusados de roubos e furtos na via pública e em residências. Têm-se dedicado ao arrombamento de casas para subtrair diversos bens, incluindo motorizadas e telemóveis, que pertencem a vários cidadãos”, explicou a porta-voz.

A PRM apela à população para continuar a colaborar com as autoridades, denunciando qualquer actividade criminosa, como forma de reforçar a segurança nos bairros. Assane Júnior

 

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