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ECONOMIA

Compras de última hora animam comerciantes informais em Nampula

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Comerciantes informais de diferentes mercados da cidade de Nampula manifestaram satisfação, esta quarta-feira (31), com o aumento do movimento de clientes, após a melhoria das condições climáticas, depois de vários dias marcados por chuvas intensas.

Nos últimos dois dias, as precipitações condicionaram significativamente as actividades comerciais, reduzindo a afluência de compradores nos principais mercados da cidade. Com a trégua da chuva, o ambiente voltou a ganhar vida, trazendo novo ânimo aos comerciantes, sobretudo nesta véspera de passagem de ano.

Os comerciantes ouvidos pelo Jornal Rigor afirmam que o fluxo de clientes registado esta quarta-feira é consideravelmente superior ao dos dias anteriores, afectados pelas intempéries.

No Mercado Central de Nampula, o comerciante Bonifácio José disse sentir-se aliviado ao ver novamente clientes na sua banca, depois de dias de incerteza provocados pela chuva.

“O movimento está normal. Como a chuva parou, agradeço a Deus. Ontem estávamos tristes, mas hoje temos clientes. Deus ajudou e tudo já está preparado em casa para a passagem de ano”, afirmou.

No Mercado dos Bombeiros, Isac João Samuel reconheceu que, mesmo durante a chuva, alguns clientes continuaram a comprar, mas sublinhou que o movimento aumentou com o regresso do bom tempo.

“Negócio existia até hoje, graças a Deus. Mesmo com chuva havia pessoas que vinham comprar, mas hoje vieram mais clientes em massa. Gostaria que os salários não falhassem para continuarmos a vender. Peço apenas que hoje não volte a chover. Não sei o que 2026 nos reserva, mas vamos em frente”, disse.

Por outro lado, nem todos os comerciantes sentiram melhorias nas vendas. Elias António, comerciante ambulante no mesmo mercado, lamentou que os dias de maior venda tenham coincidido justamente com a chuva.

“Valeu a pena nos dias de chuva, porque vendi bem, embora tivéssemos de fugir da chuva. Hoje há movimento, mas não estou a vender. Para mim, o dia foi em vão”, referiu.

Já Hermenegildo Amisse, também comerciante informal no Mercado Central, confirmou que a situação mudou com a cessação da chuva.

“Por causa das chuvas o movimento não estava bom, mas hoje as coisas mudaram e há mais movimento”, concluiu. Zeferino Jumito

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