POLÍTICA
Em Murrupula, SG da Frelimo aponta Chapo como líder da esperança do povo
O Secretário-Geral da Frelimo, Chakil Aboobacar, afirmou este sábado, num comício popular em Murrupula, que a governação do Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, representa “um renovar muito grande de esperança” para os moçambicanos. Sublinhou que o Chefe de Estado governa com sensibilidade e experiência adquirida ao longo da sua trajectória junto das comunidades, colocando a paz como prioridade central para o desenvolvimento.
Segundo Aboobacar, o Presidente Chapo traz na sua história pessoal marcas profundas da guerra dos 16 anos, período em que enfrentou refúgio e privações severas. Essa vivência, sublinhou, fez dele um líder sensível à dor da população e determinado em consolidar a paz. “Nenhuma criança deve voltar a sofrer as privações da guerra. O Presidente Chapo sabe o valor da paz e está a trabalhar todos os dias para que ela seja duradoura, porque só assim Moçambique pode desenvolver-se”, destacou.

O Secretário-Geral frisou ainda que a experiência política e administrativa do Chefe de Estado, exercida ao nível distrital e provincial, confere-lhe uma visão clara das necessidades reais da população. “Ele trabalhou com as comunidades, conhece os problemas do distrito e da província, e hoje aplica esse conhecimento na liderança do país”, afirmou.
Para Aboobacar, esse percurso traduz-se num estilo de governação próximo das pessoas, orientado para resolver os problemas do quotidiano e garantir condições de desenvolvimento social e económico. “Podemos confiar no Presidente Chapo. Ele governa com o povo e para o povo, e é com essa esperança que todos devemos caminhar”, concluiu.
Ainda no encontro popular em Murrupula, Chakil Aboobacar sublinhou a necessidade de combater a corrupção, apontada como um dos principais males que enfraquecem a função pública. Destacou o empenho do Presidente Daniel Chapo em valorizar os funcionários do Estado, com o pagamento gradual de dívidas e horas extraordinárias.
O dirigente repudiou actos de vandalismo em manifestações, lembrando que protestar não deve significar destruir bens públicos. Reforçou o apelo à vigilância da população para proteger a paz e impedir crises de instabilidade. E concluiu defendendo o diálogo nacional inclusivo como instrumento essencial para garantir reconciliação e desenvolvimento duradouro. Redacção
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